| Polpa-me |
[26 de Mar, 2009|10:03 am] |
Tenho as polpas dos dedos feridas sem sal e sem açucar e sem verdade de verdade-minha corrompidas por manhãs escuras ou noites sem tempo de sonhos ou luvas de látex bera. de vez em quando molho-as em segredos de princesa de antigamente antiguidade minha como compota de brinquedos com alcool cru e lenços de frésia, gourmet de magias e refresco de girassol, ali.
e as polpas cicatrizam.
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